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Goiânia, Goiás, Brazil
Ajuntei todas as pedras que vieram sobre mim. Levantei uma escada muito alta e no alto subi. Teci um tapete floreado e no sonho me perdi. Uma estrada, um leito, uma casa, um companheiro. Tudo de pedra. Entre pedras cresceu a minha poesia. Minha vida... Quebrando pedras e plantando flores. Entre pedras que me esmagavam... Levantei a pedra rude dos meus versos. (Cora Coralina): Marizete Waldhelm:Tem experiência em docência do ensino superior e ensino médio, atuando principalmente nas seguintes disciplinas: Sociologia Geral; Sociologia da Educação; Sociologia aplicada a Administração; Sociologia do Turismo; Sociologia do Direito; Antropologia, Filosofia; Didática Geral, Metodologia do Ensino Superior; Orientação Monográfica e Educação a Distancia-Ead

sábado, 26 de julho de 2014

A educação digital: Um sonho de contra hegemonia

A educação digital: Um sonho de contra hegemonia Analisar a educação digital como instrumento “possível” de formação de criticidade é um exercício de historicidade da finalidade da educação, sobretudo, lembrando à máxima Althusseriana: a educação (ou a escola) é um espaço disputas ideológicas. Nesta perspectiva, meu aporte é a educação no pressuposto Gramsciano como instrumento de formação contra-hegemônica. Buscando a historicidade da educação, lembramos que há pouco tempo o debate sobre o modelo tradicional da educação girava em torno das perspectivas filosóficas e sociológicas conservadora ou crítica. Com o avanço tecnológico gerando o efeito de rede mudando a estrutura da sociedade atual e por seguinte, mudando o paradigma da educação; O debate sobre educação deslocasse para questões sobre tutoria, o perfil do aluno em Ead, espaço, tempo, mediação, TICs e etc. Porém, o debate em torno da educação num contexto de luta ideológica ainda é pertinente, pois as condições objetivas históricas não mudaram. Não falamos aqui como velhos aguerridos marxistas panfletários. Mas falamos com a propriedade de quem atua em Ead desde 2008. Não podemos falar em “cultura digital” ou criticidade quando sabemos que a maioria absoluta dos nossos alunos é expropriada da possibilidade de ser produtora e não apenas consumidora TICs. Educação de qualidade que capacite e também gere autonomia e criticidade é o fundamento sobre o qual nossos alunos sairão da condição de “massificação” para se tornarem sujeitos

sábado, 3 de maio de 2014

Ead:Modelo Neoliberal

O jardim ,a rosa e a borboleta

O jardim ,a rosa e a borboleta
Do poeta ao poeta

Já ajuntou cacos de vidros?

Toda vez que algo se quebrava perto de mim ficava aterrorizada ,não pelo prejuizo financeiro ou medo de punições costumeiras que as mães fazem com as crianças. Mas toda vez que observava qualquer vidro se quebrar algo dentro de mim sinalizava para uma verdade que eu nem mesmo sabia. Quando algo se quebra,nada pode trazer de volta.Voce pode até tentar colar,mas nunca mais será a mesma coisa.
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Laços de Família

Os Laços de Família Clarice Lispector — Não esqueci de nada, perguntou a mãe com voz resignada. Catarina não queria mais fitá-la nem responder-lhe. — Tome suas luvas! disse-lhe, recolhendo-as do chão. — Ah! ah! minhas luvas! exclamava a mãe perplexa. Só se espiaram realmente quando as malas foram dispostas no trem, depois de trocados os beijos: a cabeça da mãe apareceu na janela. Catarina viu então que sua mãe estava envelhecida e tinha os olhos brilhantes. O trem não partia e ambas esperavam sem ter o que dizer. A mãe tirou o espelho da bolsa e examinou-se no seu chapéu novo, comprado no mesmo chapeleiro da filha. Olhava-se compondo um ar excessivamente severo onde não faltava alguma admiração por si mesma. A filha observava divertida.

Mediação

Mediação
Passagem

Arte de Amar

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma. A alma é que estraga o amor. Só em Deus ela pode encontrar satisfação. Não noutra alma. Só em Deus — ou fora do mundo. As almas são incomunicáveis. Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo. Porque os corpos se entendem, mas as almas não. Manoel Bandeira
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1929

Jean-Paul Sartre, também aluno da Sorbonne, impressionado com a beleza, inteligência e a voz rouca de Simone, envia-lhe, por intermédio de René Maheu, uma caricatura de Leibniz feita durante uma palestra, como forma de aproximação. Terminadas as provas escritas para a agrégation, Sartre, novamente usando Maheu como intermediário, convida Beauvoir a estudar em grupo para os exames orais. Ela aceita, e durante os próximos 15 dias separam-se apenas para dormir.... www.simonebeauvoir.kit.net/crono_1908_30.htm -

Beauvoir conhece Nelson Algren

De 27 de janeiro a 20 de maio Beauvoir visita os Estados Unidos para uma tournée de conferências em universidades a convite de Philippe Soupault, escritor e jornalista francês. Em toda parte, a imprensa americana acentua que Simone vê o existencialismo como um otimismo e que o pratica dissipando as mentiras e os mitos. Numa passagem por Chicago, no fim de fevereiro, Beauvoir conhece Nelson Algren, por quem não tardará a desenvolver uma intensa paixão, que será correspondida

1949

Em maio, fragmentos de O Segundo Sexo começam a ser publicados na revista Les Temps Modernes. Simone prossegue escrevendo a continuação do ensaio. Vai novamente aos Estados Unidos, em maio, para se encontrar com Algren, com quem viajará por várias cidades americanas e também pela Guatemala e México. A viagem termina com um sério desentendimento por parte de Nelson, inconformado com o modo que Simone tem de encarar a relação entre os dois — e também por ela ter de antecipar sua volta à França, por causa de Sartre.

"..com o anel (de “noivado”) de Algren em seu dedo."

Em 19 de abril Simone é sepultada no cemitério de Montparnasse, após uma cerimônia que reuniu cinco mil pessoas — que seguiram a pé o cortejo fúnebre até o túmulo de Sartre. Conforme havia desejado, ela é enterrada com o anel (de “noivado”) de Algren em seu dedo. O caixão desce à tumba que Simone partilhará com Sartre

Arrebol

Arrebol
Cipoal de mata em que me envolvi