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Goiânia, Goiás, Brazil
Ajuntei todas as pedras que vieram sobre mim. Levantei uma escada muito alta e no alto subi. Teci um tapete floreado e no sonho me perdi. Uma estrada, um leito, uma casa, um companheiro. Tudo de pedra. Entre pedras cresceu a minha poesia. Minha vida... Quebrando pedras e plantando flores. Entre pedras que me esmagavam... Levantei a pedra rude dos meus versos. (Cora Coralina): Marizete Waldhelm:Tem experiência em docência do ensino superior e ensino médio, atuando principalmente nas seguintes disciplinas: Sociologia Geral; Sociologia da Educação; Sociologia aplicada a Administração; Sociologia do Turismo; Sociologia do Direito; Antropologia, Filosofia; Didática Geral, Metodologia do Ensino Superior; Orientação Monográfica e Educação a Distancia-Ead

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

teoria de Paulo Freire abordados no texto:” Um pensamento nascido da vida” com o objeto de estudo das Relações Interpessoais ; Buscando estabelecer um diálogo com a alegoria da caverna contida na Obra :A republica de Pla

Texto: Barreto; Vera: Paulo Freire para educadores: Um pensamento nascido da vida; 5ª edição; Ed. Arte e Ciência. (?) PLATÃO, A República. Trad. Enrico Corvisieri. São Paulo: Nova Cultural, 2004. Exercício 1:Analise relacional entre:Freire,Alegoria da Caverna e o Objeto de estudo das Relações Interpessoais O exercício proposto é a discussão dos pontos interconectivos entre aspectos gerais da teoria de Paulo Freire abordados no texto:” Um pensamento nascido da vida” com o objeto de estudo das Relações Interpessoais ; Buscando estabelecer um diálogo com a alegoria da caverna contida na Obra :A republica de Platão. Em Paulo Freire para educadores: “Um pensamento nascido da vida” fio condutor pedagógico se faz na perspectiva promocional da conscientização homem-mundo que leve a autonomia e humanização da educação como prática pedagógica libertadora e emacipadora das condições de reprodução da opressão inerente à sociedade de classes. Diante dessa tecedura, Barreto inicia a apresentação do texto destacando as características gerias do pensamento de Freire. Para o teórico o pensamento nasce da prática desafiadora, ou seja, das respostas que o individuo oferece a estes desafios que emergem da realidade concreta. Considerado que, as respostas aos desafios não são entendidas como erro ou acertos. O erro seria considerar certas respostas tidas como únicas absolutas e válidas á explicação do real como algo neutro dissociado das suas implicações históricas com as relações de poder. A organização deste pensamento é relacional considerando a observação que o individuo realiza com mundo (base social) de forma objetiva e age neste mundo. Aqui reside para Freire a distinção dos homens dos animais.Os homens organizam e reproduzem o real á medida que, interpretam , organizam, dando respostas as necessidades existentes. Para Freire, o ato de organizar, interpretar, agir dando respostas às necessidades existentes cria as condições objetivas para o surgimento do homem como sujeito histórico transformador da realidade. A ação do homem como sujeito histórico de transformação tem um caráter triplo: - Ao agir dando resposta aos desafios o homem se conhece e se transforma. (conhece-te a ti mesmo) - Ao agir dando resposta aos desafios o homem transforma o mundo concreto. - Ao agir dando resposta aos desafios o homem estabelece relações com os outros. Estas relações estão em constantes arranjos e re-arranjos funcionais recíprocos . Este é o objetivo do conhecimento em Freire:Conhecer para transformar. Porém, o conhecimento é algo inacabado, pois, ao responder ás necessidades, novas necessidades surgem. Se o conhecimento é algo inacabado, o homem pode transcender este inacabado buscando “sempre ir além”. Essa transcendência se dá na perspectiva do conhecimento (inacabado) como é resultado da ação do homem- sujeito histórico. A compreensão da ação do homem - sujeito histórico suscita a ideia de incompletude relacional norteadora para a concepção de educação em Freire. Dela surge a tipologia: Vocação do ser mais. A vocação do ser mais é entendida na perspectiva da humanização das relações. Ser mais é humanizar as relações homem-mundo e homem-sociedade. Ser mais é estabelecer reciprocidade e cooperação nas relações homem-mundo e homem-sociedade independente dos interesses de classes. Evidenciando o caráter triplo da ação do homem como sujeito histórico citado acima. Mas se, a educação é, sobretudo, um ato político, lócus dos interesses de reprodução e perpetuação do poder. Como espaço de luta hegemônica ou contra hegemônica, a opção pedagógica não é neutra. Ela é norteada por praticas conservadoras ou transformadoras, a partir dos interesses das classes conflitantes. Na sala de aula esta opção é facilmente identificada. Segundo Freire, pela existência ou não da dialogicidade critica e metódica. Por que dialogicidade critica e metódica? A dialogicidade critica e metódica deve ser pautada independente da opção política do professor. O ato de ensinar implica em competência científica do professor. Esta competência científica deve ser questionada na razão de que e “a serviço para quem “é realizada”“. Em um diálogo constante: Diálogo consigo, diálogo com o outro e diálogo com o mundo. Se o conhecimento é resultado da ação do sujeito histórico com caráter tríplice, esse saber didático é antes de tudo, saber relacional e dialógico, em Freire. Relação estabelecida entre: homem-mundo-sociedade. Este é o ponto de conexão com o objeto das relações interpessoais. Relacionamento interpessoal é um conceito do âmbito da sociologia e psicologia que significa uma relação entre duas ou mais pessoas marcada pelo contexto onde ele está inserido, podendo ser um contexto familiar, escolar, de trabalho ou de comunidade. Para a psicologia o individuo se desenvolve apropriando-se do material do deste contexto social e cultural, ao mesmo tempo em que atua sobre este mundo, ou seja, é ativo na sua construção e modificação. Assim, relações interpessoais buscam estudar a habilidade de relacionamento e de comunicação interpessoal com o objetivo de. possibilitar ferramentas para o trabalho em grupo nas diferentes áreas de atuação da pedagogia. Se em Freire vimos que ação do homem como sujeito histórico de transformação tem caráter triplo: - Ao agir dando resposta aos desafios o homem se conhece e se transforma. (conhece-te a ti mesmo) - Ao agir dando resposta aos desafios o homem transforma o mundo concreto. - Ao agir dando resposta aos desafios o homem estabelece relações com os outros. Estas relações estão em constantes arranjos e re-arranjos funcionais recíprocos Para as Relações Interpessoais como homem se modifica,como ao relacionar com outro sua ação influencia o outro também e,a ação do homem como transformador do mundo é interesse de estudo. Logo o conhecimento é produto das relações entre pessoas e com o mundo. A dinâmica desta relação é interesse das relações interpessoais na compreensão dos conflitos, existência ou não de dialogicidade, adaptabilidade, integração, flexibilidade, respostas aos desafios, interatividade e assertividade no interior dos grupos sociais. Compreendo que, o conhecimento é produto das relações entre pessoas e com o mundo, situamos aqui, nosso recorte epistêmico á Alegoria da Caverna em Platão. Qual o objetivo de Platão ao formular a Alegoria da Caverna? Após a morte de seu preceptor Sócrates, Platão buscava formular um ideal para uma cidade (Atenas) e uma sociedade justas, onde os cidadãos pudessem atingir a excelência no desenvolvimento das capacidades humanas A preocupava-se com a formação dos habitantes formação política e ética a partir de uma proposta educacional. Para tanto, é necessário o filósofo como educador, pois é ele quem tem o conhecimento. Na caverna observamos que o conhecimento da realidade era formado apenas na dimensão sensorial. O universo dos objetos (sombras, movimentos e etc.) era conhecido apenas pela sensação de suas características físicas. Para os habitantes da caverna os objetos da realidade eram tal como percebidos através das sensações. Inexistia outra realidade. (conhecimento sensível). Ao serem confrontados por outra possibilidade de compreensão do mundo optaram por nega-la a terem que assimilarem outra forma de mediação homem/mundo/realidade. Enquanto, o individuo que experenciou o mundo externo à caverna através do conhecimento inteligível. Observou,objetivou,assimilou e retornou a caverna para dividir a realidade apreendida. A interligação entre as abordagens apresentadas acima se faz principalmente na relação da formação do conhecimento,na validação deste e nas relações estabelecidas entre os homens a partir do conhecimento. Em Freire vimos: O homem se conhece e se transforma; o homem estabelece relações com os outros em constantes arranjos e re-arranjos funcionais recíprocos levando a transformação do homem e da realidade. Em Platão vimos: O homem desenvolve o conhecimento sensorial ou intelectivo á medida que apreende a realidade. E a forma do conhecimento determina sua relação com o mundo libertando-o das amarras ou condicionando-o a elas. Para Relações Interpessoais vimos: Enfoque na capacidade de relacionar interpessoalmente respondendo aos desafios emergentes nas situações de grupo de forma produtiva. A guisa das implicações destas interconexões é extensa.A priori ,entendemos que os três enfoques permitem a pedagogia inúmeras construções e desconstruções do problema do conhecimento e suas implicações com a pratica docente Por:Menos origami + Teoria na Pegadogia

Despedida da Tellus

O jardim ,a rosa e a borboleta

O jardim ,a rosa e a borboleta
Do poeta ao poeta

Já ajuntou cacos de vidros?

Toda vez que algo se quebrava perto de mim ficava aterrorizada ,não pelo prejuizo financeiro ou medo de punições costumeiras que as mães fazem com as crianças. Mas toda vez que observava qualquer vidro se quebrar algo dentro de mim sinalizava para uma verdade que eu nem mesmo sabia. Quando algo se quebra,nada pode trazer de volta.Voce pode até tentar colar,mas nunca mais será a mesma coisa.
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Laços de Família

Os Laços de Família Clarice Lispector — Não esqueci de nada, perguntou a mãe com voz resignada. Catarina não queria mais fitá-la nem responder-lhe. — Tome suas luvas! disse-lhe, recolhendo-as do chão. — Ah! ah! minhas luvas! exclamava a mãe perplexa. Só se espiaram realmente quando as malas foram dispostas no trem, depois de trocados os beijos: a cabeça da mãe apareceu na janela. Catarina viu então que sua mãe estava envelhecida e tinha os olhos brilhantes. O trem não partia e ambas esperavam sem ter o que dizer. A mãe tirou o espelho da bolsa e examinou-se no seu chapéu novo, comprado no mesmo chapeleiro da filha. Olhava-se compondo um ar excessivamente severo onde não faltava alguma admiração por si mesma. A filha observava divertida.

Mediação

Mediação
Passagem

Arte de Amar

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma. A alma é que estraga o amor. Só em Deus ela pode encontrar satisfação. Não noutra alma. Só em Deus — ou fora do mundo. As almas são incomunicáveis. Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo. Porque os corpos se entendem, mas as almas não. Manoel Bandeira
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1929

Jean-Paul Sartre, também aluno da Sorbonne, impressionado com a beleza, inteligência e a voz rouca de Simone, envia-lhe, por intermédio de René Maheu, uma caricatura de Leibniz feita durante uma palestra, como forma de aproximação. Terminadas as provas escritas para a agrégation, Sartre, novamente usando Maheu como intermediário, convida Beauvoir a estudar em grupo para os exames orais. Ela aceita, e durante os próximos 15 dias separam-se apenas para dormir.... www.simonebeauvoir.kit.net/crono_1908_30.htm -

Beauvoir conhece Nelson Algren

De 27 de janeiro a 20 de maio Beauvoir visita os Estados Unidos para uma tournée de conferências em universidades a convite de Philippe Soupault, escritor e jornalista francês. Em toda parte, a imprensa americana acentua que Simone vê o existencialismo como um otimismo e que o pratica dissipando as mentiras e os mitos. Numa passagem por Chicago, no fim de fevereiro, Beauvoir conhece Nelson Algren, por quem não tardará a desenvolver uma intensa paixão, que será correspondida

1949

Em maio, fragmentos de O Segundo Sexo começam a ser publicados na revista Les Temps Modernes. Simone prossegue escrevendo a continuação do ensaio. Vai novamente aos Estados Unidos, em maio, para se encontrar com Algren, com quem viajará por várias cidades americanas e também pela Guatemala e México. A viagem termina com um sério desentendimento por parte de Nelson, inconformado com o modo que Simone tem de encarar a relação entre os dois — e também por ela ter de antecipar sua volta à França, por causa de Sartre.

"..com o anel (de “noivado”) de Algren em seu dedo."

Em 19 de abril Simone é sepultada no cemitério de Montparnasse, após uma cerimônia que reuniu cinco mil pessoas — que seguiram a pé o cortejo fúnebre até o túmulo de Sartre. Conforme havia desejado, ela é enterrada com o anel (de “noivado”) de Algren em seu dedo. O caixão desce à tumba que Simone partilhará com Sartre

Arrebol

Arrebol
Cipoal de mata em que me envolvi